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Circuitos Caiçaras: Subtropicalismo ainda que tardio
04 a 08 de setembro de 2010.
OndeIlha dos Valadares (Paranaguá-PR)
ReleaseDescentro apresenta a 7ª edição do festival Submidialogia — subtropicalismo ainda que tardio. E evento que ocorrerá em Paranaguá (PR/Brasil) entre os dias 04 a 08 de setembro de 2010, como iniciativa aprovada no edital Petrobras Cultural de 2009 vinculado à Lei de Incentivo à Cultura (MinC – PRONAC Nº095697) – com o objetivo de promover mais uma vez o encontro de alta complexidade simbólica entre culturas populares e cibercultura.
O festival Submidialogia acontece desde 2005, e conta com quatro edições (Campinas-SP 2005, Olinda-PE 2006, Lençois-BA 2007, Belém-PA, 2009) realizadas em diferentes partes do Brasil. Desenvolvido colaborativamente por meio da lista de discussão Submidialogia, pode ser compreendido como um festival multidisciplinar que remixa conhecimentos de arte, mídia e tecnologia, cultura livre. A programação é fruto de reflexões plurais sobre os rumos da contemporaneidade e estratégias de inserção e atuação das redes no cenários vigente. Funciona como laboratório itinerante para a prática radical de construção de ambientes colaborativos.
Debates, rituais, apresentações musicais e circenses, ocupações, mostras de vídeos e fotográficas, performances, exposições, gastronomia, produção de Rádio, TV e Internet. São algumas das atividades que unem artistas, ativistas, produtores culturais, acadêmicos, representantes do governo, jornalistas e ONG’s nacionais e internacionais para refletirem por meio da experiência criativa a identidade coletiva, conturbada pela velocidade da transformação econômico-social.
O ponto de partida do Submidialogia é o convívio. O partilhar do dia-a-dia das comunidades e pessoas. O segundo passo é a realização das integrações multimídia (fotografia + vídeo + som ) que inspiram processos criativos individuais e coletivos, O terceiro passo é a montagem das exposições, possibilitando uma comunicação intensiva e integradora. Transportar as vozes e as criações dos participantes para o espaço artístico, imputando uma compreensão maior do fato social, sem distanciamentos, sem estereótipos.
A terceira edição deste ano acontecerá na Ilha dos Valadares-Paranaguá em parceria com a Associação Mandicuera, outras duas edições aconteceram em Arraial d’ Ajuda e Mirinzal. Em 2010 os debates, exposições, oficinas e outras atividades envolvem os temas: Artesanato Digital; Ações cartográficas; Mídias Livres; Metareciclagem, Produção Musical, Multimídia e Gráfica Livre; Debates de Economia Solidária, Circuitos Autodependentes; Gênero e Ambiente; Culinária Caiçara; Rituais e Bailes de Fandango.
Oficinas & Bate PaposAlgumas ações:
a) Circuitos Compartilhantes: Discussão de estratégias de intercâmbio e sustentabilidade entre redes de artistas, ativistas e pensadores de nossos problemas contemporâneos utilizando como base coletivos e laboratórios autônomos que hoje existem em nossas comunidades.
b) Cartogênese: Imersão e compartilhamento do imaginário da região do litoral do Paraná e sua conexão com as realidades dos diversos grupos e indivíduos das diversas localidades que se encontram no festival, pensando identidades, continuidades e novas construções de convergências destes imaginários.
c) Artesanato Digital em encontro com Luthiers Caiçaras: Laboratório de criação de instrumentos musicais e outros experimentos artesanais com eletrônica em diálogo com as práticas de construção de instrumentos tradicionais e rústicos das comunidades locais de Ilha de Valadares – Paranaguá – Paraná.
d) Celebrações- Fandango – Ruidocracia – Abrimos aqui com as possibilidade de acontecimentos ritualísticos nas noites do evento. No último dia haverá baile com os fandangueiros e luthiers na batuta.
e) Transmissões de som e dados via rádio + Oficina sobre Radio Digital e http://www.drm-brasil.org/
Confira a Programação Completa
MapaMapa na versão para impressão (300dpi)
Dicas de hospedagem e alimentaçãoPara os interessados em ir por conta própria para evento as dicas que tivemos de hospedagem e alimentação na cidade são:
Continente Hostel – telefone 34233224 – email: hostelcontinente@hotmail.com
Hotel Lider – R$ 35,00 por pessoa com cafe da manhã
Hotel Palácio – R$ 40,00 por pessoa com cafe da manhã
Hotel Graciosa – R$ 25,00 por pessoa com cafe da manhã
Hotel Serra do Mar – R$ 30,00 por pessoa sem café da manhã, R$ 50,00 duplo, R$ 70,00 triplo
Alguns Restaurantes (para dar uma noção do preço):
Almoço na Casa Mandicuera: 10 R$ p/pessoa
Casa do Barreado – Barreado -Frutos do mar e sobremesa – R$ 25,00 por pessoa
La Favori – Buffet livre e por kilo -variados pratos – R$ 10,90 por pessoa
A Bombonne – Buffet livre e por kilo a R$ 19,00 por pessoa
Lar do Ma – comida chinesa e brasileira – R$ 20,00 por pessoa
Pra quem chegar em Curitiba – Aeroporto – Terminal RodoviárioAqui segue as informações de como ir do Aeroporto até o Terminal Rodoviário -
Há duas opções:
A) Linha regular de microônibus executivo
Liga o aeroporto internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, ao centro de Curitiba. Preço: R$ 8,00 e leva uns 30 minutos.
Horários para Sábados, Domingos e Feriados:
Sentido Aeroporto-Rodoviária
05:57, 06:22, 06:47, 07:12, 07:37, 08:02, 08:27, 08:52, 09:17, 09:42, 10:07, 10:32, 10:57, 11:22, 11:47, 12:12, 12:37, 13:02, 13:27, 13:52, 14:17, 14:42, 15:07, 15:32, 15:57, 16:22, 16:47, 17:12, 17:37, 18:02, 18:27, 18:52, 19:17, 19:42, 20:07, 20:32, 20:57, 21:22, 21:47, 22:12, 22:37, 23:02, 23:30, 24:00, 24:30
Sentido Rodoviária-Aeroporto
05:02, 05:27, 05:52, 06:17, 06:42, 07:07, 07:32, 07:57, 08:22, 08:47, 09:12, 09:37, 10:02, 10:27, 10:52, 11:17, 11:42, 12:07, 12:32, 12:57, 13:22, 13:47, 14:12, 14:37, 15:02, 15:27, 15:52, 16:17, 16:42, 17:07, 17:32, 17:57, 18:22, 18:47, 19:12, 19:37, 20:02, 20:27, 20:52, 21:17, 21:42, 22:07
http://www.aeroportoexecutivo.com.br/site/index.php
B) Ônibus Convencional (Ligeirinho)
Pára no tubo Estação Rodoferroviária, bem próximo ao Terminal. Preço – R$ 2,20, leva uns 40 minutos.
LINHA: 208-AEROPORTO
Horários
Ponto: CENTRO CIVICO – Dias Úteis
06:00 06:26 06:52 07:18 07:44 08:10 08:36 09:02 09:28 09:54 10:20 10:46
11:12 11:38 12:04 12:30 12:56 13:22 13:48 14:14 14:40 15:06 15:32 15:58
16:24 16:52 17:23 17:55 18:19 18:44 19:12 19:40 20:10 20:42 21:15 21:48
22:22 23:00
Ponto: AEROPORTO AFONSO PENA – Dias Úteis
06:00 06:26 06:52 07:18 07:44 08:10 08:36 09:02 09:28 09:54 10:20 10:46
11:12 11:38 12:08 12:30 12:56 13:22 13:48 14:14 14:40 15:06 15:32 15:58
16:26 16:54 17:22 17:50 18:18 18:48 19:18 19:50 20:27 21:05 21:35 22:05
22:40 23:15
Ponto: CENTRO CIVICOVálido a partir de: 09/11/2002 – Sábados
06:00 06:30 07:00 07:30 08:00 08:30 09:00 09:30 10:00 10:30 11:00 11:30
12:00 12:30 13:00 13:30 14:00 14:30 15:00 15:30 16:00 16:30 17:00 17:30
18:00 18:30 19:00 19:30 20:00 20:30 21:00 21:30 22:00
Ponto: AEROPORTO AFONSO PENA – Sábados
06:15 06:45 07:15 07:45 08:15 08:45 09:15 09:45 10:15 10:45 11:15 11:45
12:15 12:45 13:15 13:45 14:15 14:45 15:15 15:45 16:15 16:45 17:15 17:45
18:15 18:45 19:15 19:45 20:15 20:45 21:15 21:45 22:15
Ponto: CENTRO CIVICO – Domingos e Feriados
06:00 06:30 07:00 07:30 08:00 08:30 09:00 09:30 10:00 10:30 11:00 11:30
12:00 12:30 13:00 13:30 14:00 14:30 15:00 15:30 16:00 16:30 17:00 17:30
18:00 18:30 19:00 19:30 20:00 20:35 21:10 21:40 22:12
Ponto: AEROPORTO AFONSO PENA – Domingos e Feriados
06:15 06:45 07:15 07:45 08:15 08:45 09:15 09:45 10:15 10:45 11:15 11:45 12:15 12:45 13:15 13:45 14:15 14:45 15:15 15:45 16:15 16:45 17:15 17:45
18:15 18:45 19:15 19:45 20:15 20:45 21:25 22:05 22:27
Coletivo 13 – Lambe circulado pelas ruas de Paranaguá
Instituições estigmatizando corpos
Corporificação de modelos relacionais mecanizados.
Zonas de interstício e Reinvenção do convívio.
A comunicação pelo gesto mínimo.
A experiência pelo sensível.
Equipamentos eletrônicos em Ilha dos Valadares
http://www.estudiolivre.org/el-gallery_view.php?arquivoId=7539
BicicletadaCrime Ambiental Nem a Pau!
Abandone os veículos poluentes, desça a serra do mar de bicicleta.
CARTA DO CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA DE LONDRINA
CARTA DO CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA DE LONDRINA
No Diário oficial da União, de 29 de julho de 2010, o Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC informou que os estados de Minas Gerais, Rondônia e Paraná estarão excluídos do Sistema Nacional de Cultura pelo fato de não possuírem um Fundo Estadual de Cultura e um Conselho Estadual de Cultura.
Isto significa que as populações desses estados não terão acesso a projetos financiados com recursos federais. Por exemplo: os grandes festivais do Paraná, que existem há muitos anos, poderão ficar sem esses investimentos inviabilizando a realização dos mesmos.
O fator mais grave desta exclusão se dá pela PEC 150/2003, emenda constitucional a ser aprovada ainda este ano pelo Congresso, que determina um piso mínimo do orçamento da Cultura de 2% para a União, 1,5% para os Estados, e 1% para os Municípios, e deste dinheiro da União 25% será disponibilizado aos Estados e 25% aos Municípios, ou seja, o Paraná e todas as suas cidades ficarão desfalcados tanto no seu desenvolvimento cultural e social, como também econômico. E, portanto, O CNPC recomenda que se crie um conselho estadual através de uma conferência para este fim.
No caso do Paraná, em 2009, foi realizada a II Conferência Estadual de Cultura na cidade de Campo Mourão. O evento reuniu representantes de diversas cidades do estado. Para se ter uma idéia, a Conferência de Londrina teve duração de três dias para se conseguir dar conta da demanda proposta pelos representantes dos segmentos culturais, enquanto que a Conferência Estadual disponibilizou apenas um dia para este fim e, ainda assim, utilizou parte deste tempo para apresentações culturais e vídeos institucionais atrasando o início do evento, reduzindo ainda mais o tempo disponível. A leitura do regimento da conferência não foi realizada e os debates não tiveram representantes do Governo do Estado para dirigir a mesa, sendo necessário que os delegados culturais se apresentassem como voluntários para isso.
Os resultados da Conferência Estadual de Cultura foram a votação das propostas do Estado do Paraná e a escolha dos delegados para a Conferência Nacional de Cultura. O que no ano passado era importante, hoje se tornou imprescindível para o Paraná: a criação de um Conselho Estadual de Cultura e de um fundo para a fomentação de projetos culturais. Diante do exposto, solicitamos que a Secretaria do Estado de Cultura, em caráter de urgência, tome as providências necessárias para que o processo cultural do Paraná não fique à margem do sistema nacional.
O Abaixo Assinado poderá ser impresso para o recolhimento do maior número de assinaturas possíveis.
http://www.funcart.art.br/2010/Abaixo%20Assinado%20Implementa%E7%E3o%20Conselho%20Estadual.pdf
Favor entregar na Secretaria da Cultura na Rua Pio XII, 56 – 3342-2362
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UM PUXÃO DE ORELHAS DO MINISTÉRIO DA CULTURA PARA O
PARANÁ
Depois de muito falar e questionar sobre a ausência de um CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA no estado do Paraná, estou agora com muita tristeza começando a perceber as primeiras consequencias práticas desta atitude negligente dos gestores público de nosso Estado.
Vejam abaixo a publicação no Diário Oficial da União datada de 29 de julho de 2010 onde de certa forma o Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC faz um alerta para tres estados brasileiros, que até o momento não tomaram nenhuma providencia para que fossem instalados seus respectivos CONSELHOS DE CULTURA, entre eles o Paraná.
Pois bem. Esta ausência de um Conselho faz com que o Paraná não cumpra com suas obrigações perante as novas exigências do Sistema Nacional de Cultura (SNC) e desta forma o estado estaria alijado de todos os programas e benefícios concedidos aos entes integrantes do Sistema. Em outras palavras, uma vez excluido do Sistema Nacional de Cultura, o Paraná e consequentemente todos os entes públicos (prefeituras e demais organismos públicos paranaense) e privados (artistas, produtores e entidades do terceiro setor) não mais poderão receber recursos através do Fundo Nacional de Cultura (FNC), instrumento que alimenta peraticamente todos os editais propostos e mantidos pelo MinC, ou de programas como o Mais Cultura ou o Programa Cultura Viva, programa este que cria entre outras coisas os chamados Pontos de Cultura.
Cabe lembrar aqui, que se realmente isto vier a se consolidar (O Paraná ser excluído do SNC por não cumprimento de suas obrigações) os Pontos de Cultura e os projetos hoje em andamento aqui no estado estarão correndo o risco de não mais receber recursos federais ou terem seus convênios prorrogados.
Lembro que o Sistema Nacional de Cultura (SNC) é um instrumento de Política de Estado e não mais de Políticas de Governo, o que significa dizer que uma vez aprovado no Congresso Nacional o Plano Nacional de Cultura (marco legal do Sistema Nacional de Cultura) não será mais o governo do partido A ou do partido B que tomará esta decisão ou terá poder de reverter todo este processo. A legislação uma vez aprovada, e a expectativa é de que o Plano Nacional de Cultura esteja aprovado nos próximos meses, não haverá outra alternativa para nós paranaenses a não ser sentar e chorar.
Sem Conselho de Cultura, sem recursos Federais para a Cultura.
Marcelo Miguel
Produtor Cultural e Poeta
Editor do Jornal Quixote
www.quixoteart.com.br
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Transcrição do Diário oficial da União de 29 de julho de 2010
Ministério da Cultura
GABINETE DO MINISTRO
RECOMENDAÇÃO No- 7, DE 23 DE JUNHO DE 2010
Recomenda a instalação de conselhos de culturanos estados de Minas Gerais, Paraná e Rondônia.
O CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA CULTURAL – CNPC, reunido
em Sessão Ordinária, nos dias 22 e 23 de junho de 2010, e no uso das competências que lhe são conferidas pelo Decreto nº 5.520, de 24 de agosto de 2005, alterado pelo Decreto nº 6.973/2009, tendo em vista o disposto em seu Regimento Interno, aprovado pela Portaria nº 28, de 19 de março de 2010, e: Considerando o esforço nacional efetuado no sentido de construir uma política nacional de cultura com ampla participação popular, e que a não
participação dos estados de Minas Gerais, Paraná e Rondônia este processo exclui quase 20% da população brasileira do debate sobre a implementação do Sistema Nacional de Cultura e das deliberações da II Conferência Nacional de Cultura; e Considerando que a consolidação do Fundo Nacional de Cultura
exigirá, para repasse de recursos federais, a constituição dos conselhos
nas esferas estaduais e municipais, além da constituição dos respectivos fundos, o que torna ainda mais grave a ausência destes três estados neste processo, excluindo suas populações do acesso a projetos financiados por recursos federais; Recomenda aos governos dos estados de Minas Gerais, Paraná e Rondônia, os únicos três estados da federação brasileira a ainda não terem instituído e instalado conselhos estaduais de política cultural, que
tomem providências no sentido de constituírem seus conselhos estaduais; e Recomenda que a instalação e implantação destes conselhos seja resultado de processos democráticos de participação popular, estabelecidos em conferências que devem ser convocadas para este fim.
JOÃO LUIZ SILVA FERREIRA
Presidente do Conselho Nacional de Política Cultural
GUSTAVO VIDIGAL
Secretário-Geral do Conselho Nacional de Política Cultural
Sobre o picnic no Parque Municipal de BH (julho/2010)
O Parque Municipal de Belo Horizonte fica bem no centro da cidade, duas de suas entradas estão na principal avenida da capital mineira, a Avenida Afonso Pena. A escolha do Parque para o picnic realizado pelo Convivium Slow Food Pique Nique em julho de 2010, foi feita através de votação via internet. Ao invés de ter algumas opções das quais as pessoas teriam que escolher uma, o processo foi diferente: todo mundo que quis, pode sugerir uma praça ou parque onde gostaria que o picnic acontecesse. Tivemos muitas sugestões boas: Praça de Santa Tereza, Praça JK, Parque das Mangabeiras, Parque do Bairro Santo Agostinho, Praça Raul Soares, Horto Florestal, Parque da Lagoa do Nado. Mas o campeão disparado foi mesmo o Parque Municipal…
O picnic começou às 10h da manhã e atravessou o dia entrando tarde a dentro, num ótimo e ensolarado sábado. Foi terminar só quando o Parque fechou, mas o pessoal ainda extendeu a conversa em um café ali perto.
Durante o dia, muita boa conversa, convívio, novos amigos, trocas de receitas, todo mundo experimentando os quitutes que os outros levaram e descobrindo novos sabores. Teve gente que aproveitou para passear de barco a remo no lago do Parque. Teve gente, que, para grata surpresa de todos, levou uma vitrola a pilha e uma seleção super especial de discos de vinil que deram o tom musical do encontro.
Um dos pontos especiais do picnic foi a “ação entre amigos” para colaborar com os custos de passaporte para que a Comunidade Quilombola dos Paus Altos pudesse participar do Terra Madre, na Itália. (Clique e leia um ótimo texto com lindas fotos da Comunidade Quilombola dos Paus Altos)
Nossos piqueniques estão cada vez mais gostosos. Fazer um piquenique é uma delicia e super simples. Ótimo para (re)descobrir os parques e praças da cidade, passar momentos bem agradáveis, encontrar os amigos, tomar café da manhã coletivo e/ou simplesmente dar uma pausa e descansar um pouco. Experimente :)
Não poderíamos deixar de agradecer a ajuda na divulgação que várias pessoas fizeram, entre elas o pessoal do guia cultural Mixsórdia, do Caderno Gastrô e do Portal Gastrô On-line do jornal O Tempo.
O Convivium Slow Food Pique Nique está preparando várias atividades e em breve serão publicadas aqui no site as notícias dos próximos eventos. Vale sempre ressaltar que as atividades são abertas a todos e que quem quiser acompanhar o que estamos fazendo pode fazê-lo pelo twitter e Facebook.
Veja abaixo algumas fotos do piquenique(Fotos de Janaina Chavier, Luiza Guasti, Anna Paula Diniz, Wellington Cançado e Marcelo Terça-Nada)
>> Conheça os grupos locais do Slow Food no Brasil
>> Faça parte do Slow Food: associe-se.
Nota de Falecimento
Convidamos todos/as os/as lutadores/as do povo para a Construção da Outra Campanha!
Picnic + visita à fazenda, horta orgânica e moinho dágua + café da roça + oficina para crianças (MG)
O Convivium Slow Food Pique Nique, em parceria com a Dahorta, vai realizar um piquenique na Fazenda Luiziania no dia 21 de agosto de 2010 (sábado). É com muita alegria que convidamos você e sua família. A Fazenda é uma das pioneiras no cultivo de orgânicos em Minas.
O tema do evento vai ser o milho, um dos principais cultivos da região. Vamos mostrar seu plantio, o armazenamento no paiol, preparar pratos típicos, e terminar com a visita ao moinho d’água onde é feito o fubá artesanal.
Programação:
10:00h recepção com um cafezinho da roça
10:30h visita guiada à horta orgânica
11:30h piquenique (leve uma toalha, comes e bebes para compartilhar :)
13:00h oficina culinária para as crianças
15:00h visita ao moinho d’agua, na sede antiga da fazenda
Será cobrada uma contribuição individual de R$ 20,00. Crianças não pagam.
Favor confirmar presença através do // ' );
document.write( addy_text36792 );
document.write( '<\/a>' );
//\n
// -->
// ]]>colheita@dahorta.org // ' );
// ]]>ou pelo
telefone (31) 9987 47 87, até o dia 18 de agosto.
Estamos cogitando reservar uma Van para trazer as pessoas, o que depende do número de interessados.
Dahorta é uma família de agricultores orgânicos com sede na Fazenda Luiziânia, em Entre Rios de Minas. São 10 anos cultivando e entregando em domicílio verduras, frutas e legumes orgânicos, com certificação do Instituto Biodinâmico. Se você mora em BH e tem interesse, se informe pelo www.dahorta.org
O Convivium Slow Food Pique Nique, grupo local do movimento Slow Food, reúne pessoas com interesse na alimentação de qualidade e em relações mais justas e próximas entre produtores e consumidores. Realizamos piqueniques em parques e praças de Belo Horizonte, buscando modos criativos e prazerosos de se relacionar com a cidade. Acompanhe as atividades do Convivium pelo twitter e pelo Facebook. Para saber mais sobre o Slow Food, acesse: www.slowfoodbrasil.com
Veja outras imagens da Fazenda Luiziânia:
Morango orgânico
Visita educativa na Fazenda realizada em 2009
» Faça parte do Slow Food: Associe-se
RÁDIO LIVRE VOZ DA ILHA - NASCE MAIS UMA EM TEFÉ - AMAZONAS
Acessem moçada o site da mais nova Rádio Livre do Amazonas:
http://vozdailha.radiolivre.org - Uma rádio Livre Selvagem!!!! (Tefé-Am)
http://xibe.radiolivre.org - Rádio Livre pioneira no Norte do Brasil (Tefé-Am)
Viva às Rádios Livres do Norte!
Inté!
Rádio Livre não é Pirata!
Durante o FISL em Porto Alegre, foi organizada uma mesa de debate que suscitou dúvidas em relação à velha diferença das rádios livres em relação às piratas. Aproveitei a publicação de um comentário (http://www.etceteraetal.com/?p=992) pra repetir a rima conhecida, acrescida do improviso propositivo, tentando avançar sobre o digital com o espectro livre. Segue.
as rádios livres não têm interesse de lucro, e é por meio delas que existe hoje um canal onde se exerce o direito fundamental de liberdade de expressão previsto na declaração universal dos direitos humanos (1948), no pacto de san jose da costa rica (1969) e na constituição brasileira de 1988, em seu artigo 5.em nenhum outro tipo de rádio o acesso irrestrito à tomada da palavra está garantido.
CHOMSKY E AS 10 ESTRATÉGIAS DE MANIPULAÇÃO MIDIÁTICA
O linguista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:
1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.
3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.
4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.
5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.
6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.
8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…
9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!
10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Nota: O texto “Armas silenciosas para guerras tranquilas” pode ser lido no link – http://www.syti.net/ES/SilentWeapons.html Está em espanhol, ingles e franceses.
Fonte: Lista dos pontos de cultura.
Fazenda Santa Elina é retomada pelas vítimas!
Criada a Plataforma Nacional do DRM para apoiar o DRM como o sistema técnico a ser utilizado no SBRD
De acordo com o site:
http://www.drm-brasil.org/
"O intuito desta Plataforma é dar cobertura aos testes do DRM no Brasil, dar suporte aos Broadcasters que queiram implementar o DRM em suas emissoras e aos ouvintes que queiram receber as transmissões, divulgar os documentos e manuais provenientes do Consórcio DRM, ser um ponto de encontro para técnicos da área trocarem informações e principalmente defender o DRM como padrão técnico do SBRD (Sistema Brasileiro de Rádio Digital)."
Juventude Ativismo em BH (evento do Cultura e pensamento)
De 2 a 7 de agosto de 2010, acontece em Belo Horizonte, Brasil, o evento Cultura e Pensamento/Juventude e Ativismo: www.culturaejuventude.org
Programa de reflexão e produção colaborativa direcionado ao intercâmbio de conhecimentos, práticas e desenvolvimento de novas linguagens para fomentar debates sobre temas contemporâneos, tendo a juventude como interlocutor principal. CULTURA E PENSAMENTO – JUVENTUDE E ATIVISMO é parte do programa CULTURA E JUVENTUDE – DIÁLOGOS INTERNACIONAIS, iniciativa da ONG Contato (Brasil), em parceria com o Centro Cultural Casa África (Brasil – Senegal), a Asociación Hermanos Saíz (Cuba), e a ONG CIC Batá (Espanha). O Programa tem como objetivo estabelecer uma rede internacional dedicada à aproximação cultural entre jovens artistas e produtores da África e América Latina, tendo o Brasil e a Europa como interlocutores.
Saiba mais:
CONVIDADOS: GRINGO CARDIA (BRASIL)
Cenógrafo, designer, artista gráfico, arquiteto, diretor de videoclipes e diretor de arte. É um dos artistas brasileiros expoentes dos anos 90. Criou uma nova linguagem nas áreas cenográficas de teatro, espetáculos de dança e concertos musicais. Realizou trabalhos para o grupo circense Intrépida Trupe, a companhia de dança Deborah Colker e diversos espetáculos teatrais dirigidos por José Celso Martinez, Domingos de Oliveira e Miguel Falabella.
Debate “Arte e Novas Linguagens”, dia 02/08 15h
Membro da Zemos98, equipe de gestão cultural criativa que trabalha na área de cultura digital, criação audiovisual, educação e comunicação. Promovem ações que visam propiciar um espaço para o encontro e a experimentação, propiciando a convergência entre criação audiovisual, redes digitais e pensamento contemporâneo.
Debate “Arte e Novas Linguagens”, dia 02/08 15h
Workshop “Novas linguagens ”, dia 04/08 15h
Fotógrafo, diretor, produtor e editor de audiovisual. Integra a Diretoria de Cinematografia do Senegal desde 2006 e preside a Association Batuk de Dakar, que promove ações de fomento à cultura africana.
Debate “Arte e Novas Linguagens”, dia 02/08 15h
Workshop “Audiovisual ”, dia 03/08 15h
Escritor e artista visual de Tijuana (México) é reconhecido por suas iniciativas no campo do ativismo digital e das problemáticas político-sociais latino-americanas. Apresenta trabalhos na área de literatura, fotografia, quadrinhos, vídeo e música eletrônica. Foi editor da revista mexicana de cultura digital Sputnik e pesquisador do Centro Multimedia do Centro Nacional de las Artes da Cidade do México.
Debate “Arte e Novas Linguagens”, dia 02/08 15h
Workshop “Novas linguagens ”, dia 04/08 15h
Historiador na área de estudos latino-americanos, brasilianista e ativista dos direitos LGBT norte-americanos. Foi diretor do Centro de Estudos Latino-americanos e Caribenhos da Brown University e presidente da Associação de Estudos Brasileiros (BRASA) e do Conselho de New England sobre Estudos Latino-americanos. Atualmente, é professor de história da América Latina da Brown University de Rhode Island.
Debate “Cultura, Diversidade e Direitos Humanos”, dia 03/08 9h30
Mestre em Cultura Latinoamericana e professor do Instituto Superior de Arte da cidade de Camagüey, região centro oriental cubana. Foi chefe do departamento de investigações do Centro de Estudios Socioculturales Nicolás Guillén e, atualmente é director da revista digital de literatura e arte La Liga. É também poeta e membro da Asociación Hermanos Saíz e da Unión de Escritores e Artistas de Cuba – UNEAC. Recebeu diversos prêmios de poesía e literatura em Cuba.
Debate “Cultura, Diversidade e Direitos Humanos”, dia 03/08 9h30
Doutora em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo. Foi professora do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Foi Secretária Nacional de Juventude -Adjunta e presidente do Conselho Nacional de Juventude de 2005 até março de 2007. Atuou como consultora sênior do PNUD/Nações Unidas. Desenvolve projetos de investigação na área de Juventude, Religião e Política.
Debate “Cultura, Diversidade e Direitos Humanos”, dia 03/08 9h30
Músico, compositor, produtor, formado em direito pela UFMG. É um dos coordenadores do Programa Pólos de Cidadania, programa interinstitucional com sede na Faculdade de Direito da UFMG que visa aliar atividades de ensino, pesquisa e extensão com o objetivo de promover a inclusão e a emancipação de grupos sociais com histórico de exclusão e trajetória de risco. É, também, coordenador do Fórum Mineiro de Direitos Humanos e idealizador dos projetos Dois no samba e Samba do Compositor.
Debate “Cultura, Diversidade e Direitos Humanos”, dia 03/08 9h30
Cineasta e documentarista. É filho do cineasta Glauber Rocha. Estudou Cinema e Televisão na Escuela San António de los Baños de Cuba. Seu primeiro documentário de longa-metragem “Rocha que voa” recebeu o prêmio de melhor documentário brasileiro no Festival É Tudo Verdade de 2002.
Workshop “Audiovisual”, dia 03/08 15h
Líder indígena pertencente à etnia Baniwa. É formado em Filosofia pela Universidade Federal do Amazonas e mestre em Antropologia pela Universidade de Brasília. Foi secretário municipal da educação e co-fundador da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira. Atualmente é consultor da Coordenação Geral de Educação Escolar Indígena da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade e diretor-presidente do Centro Indígena de Estudos e Pesquisas (CINEP).
Debate “Cultura e Meio Ambiente”, dia 04/08 9h30
Escritor e historiador senegalês. Formado pela Escola Nacional de Economia Aplicada de Dakar em Cooperação. Fez pós-graduação na Universidade de Sorbonne (Paris III) e na Universidade de Sceaux (Paris IV), onde cursou Diplomacia e Administração de Organizações Internacionais. Atualmente, é chefe do departamento de Línguas e Civilizações Romanas da Universidade Cheik Anta Diop de Dakar, Senegal.
Debate “Cultura e Meio Ambiente”, dia 04/08 9h30
Teólogo, escritor e professor universitário. É um dos grandes expoentes da Teologia da Libertação no Brasil. Foi professor de Teologia e Espiritualidade em vários centros de estudo e universidades brasileiras e estrangeiras, além de professor-visitante nas universidades de Lisboa (Portugal), Salamanca (Espanha), Harvard (EUA), Basel (Suíça) e Heidelberg (Alemanha). É autor de mais de 60 livros nas áreas de Teologia, Ecologia, Espiritualidade, Filosofia, Antropologia e Mística.
Palestra “Cultura e Meio Ambiente – Reflexões sobre a Carta da Terra”, dia 04/08 20h30
Um dos maiores escritores e intelectuais africanos da sua geração. Formado em Literatura e Filosofia, trabalhou como jornalista e escreveu peças de teatro, roteiros, contos e ensaios literários. Recebeu o Grande Prêmio da República do Senegal de Literatura por seu romance Lês tambours de la memoire, publicado em 1990. É, também, fundador do jornal independente Sol.
Debate “Cultura e comunicação”, dia 05/08 9h30
É o diretor de cultura da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI). Formado em Jornalismo e Ciências da Informação e mestre em Estudos Latino-americanos, ministra cursos e palestras em diversos lugares do mundo. É consultor na área de gestão cultural e membro do conselho da IFACCA – International Federation of Arts Councils and Culture Agencies.
Debate “Cultura e comunicação”, dia 05/08 9h30
Mestre em Antropologia Social pela UNICAMP e doutor em Comunicação e Cultura pela UFRJ. É professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) e da Escola Guignard – Universidade do Estado de Minas Gerais. Coordena o Observatório da Diversidade Cultural e o programa Pensar e Agir com a Cultura. Atua na área da Antropologia Urbana e da Comunicação, com ênfase em temáticas relacionadas à diversidade, identidade, política e gestão cultural.
Debate “Cultura e comunicação”, dia 05/08 9h30
Grafiteiros e membros do Grupo OPNI. Formado por três jovens moradores da periferia de São Paulo, o grupo realiza graffitis de rua, ilustrações para grandes revistas e pinturas para cinema. São responsáveis pela publicação de uma revista de arte que retrata o universo da arte urbana brasileira.
Workshop “Arte Urbana”, dia 05/08 15h
Grafiteiro e membro da crew e escola de quadrinhos Fábrica de Sonhos. Trabalha com grafite desde 1998 e participa de vários eventos e exposições relacionados à arte urbana em Minas Gerais e no Brasil.
Workshop “Arte Urbana”, dia 05/08 15h
O Show “Lusofonia” reune estilos musicais típicos de Portugal e de países que tiveram influência da cultura portuguesa, como Cabo Verde e Brasil, combinando a erudição do violão português aos ritmos dançantes africanos e brasileiros.
O repertório apresentado vai desde a musica autoral, fados, mornas, coladeras ao choro e samba.
Apresentação musical “Show Lusofonia”, dia 06/08 23h
Mais informações; www.culturaejuventude.org