UNIFEM - Encontros legais de forma natural
Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher Escritório Regional para o Brasil e o Cone Sul
Fondo de Desarrollo de las Naciones Unidas para la Mujer Oficina Regional para Brasil y Cono Sur |
Proposta de Projeto
Título do Projeto: | ENCONTROS LEGAIS DE FORMA NATURAL e o que restou... a questão fundamental do nosso tempo: a conquista do cotidiano
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País: | Brasil |
Duração: * | 12meses |
Data Prevista para Início:** | Setembro2009 |
Organização: | Des).(centro - Nó Emergente de Ações Colaborativas |
Fundos Solicitados ao UNIFEM: *** | 20mil dólares |
* Em meses
** Levar em consideração os três ciclos de seleção de propostas e as datas para início de projetos apoiados por UNIFEM.
*** em dólares norte-americanos
- Resumo Executivo
Nesta seção, deve-se resumir o conteúdo da proposta do projeto. Ou seja, quais metas se busca alcançar, por que elas são importantes, como serão desenvolvidas as atividades e quais serão as organizações encarregadas de sua implementação.
Buscando ampliar a rede propõe-se realizar 3 encontros semanais movidos por desconferências preparatórias ao Retome a tecnologia/2010, ao longo de um ano, em pontos de cultura, em comunidades localizadas em Maceió/Alagoas, Belo Horizonte/Minas Gerais e no Distrito Federal . Posto isso, cabe o destaque desses encontros pela vivência dos grupos que participam do movimento submidiático e identificam nesses lugares potenciais ambientes de troca heterogênea, onde a produção colaborativa pode ser um estímulo à comunidade local para ações coletivas futuras ou mesmo como exercício de troca de experiências onde essa prática já se estabelece. Em nos convocar e ao convidar pessoas de todo o Brasil e do mundo, e ao possibilitar e priorizar a participação de integrantes de comunidades culturais brasileiras, em sua programação; os encontros se dedicarão a investigar o surgimento, evolução e potencial da cultura digital no país e o avanço ao combate à violência contra a mulher. Assim criados/criamos laços com as comunidades locais, visando estabelecer novas dinâmicas que permitam um re-arranjo das forças produtivas e críticas, contribuindo para a sobrevivência da diversidade frente às ondas globalizantes e homogeneizantes da comunicação, do mercado e da cultural patriarcal.
Através da realização das desconfêrencias em pequenas comunidades e de diversas parcerias, os encontros ampliarão o potencial dos recursos e seu impacto, questionando a produção como atuação política. Pela realização de diferentes formas de interações, pretende-se criar um espaço de troca de conhecimentos específicos entre os participantes enquanto se estabelece uma meta de ação prática e intervencionista no meio cultural em que se inscrevem os ativistas e midiativistas. Ao realizar oficinas, interações, debates, convivências filosóficas, refeições, intervenções cotidianas, rituais de re-conhecimento, performances culinárias, apresentações circenses e musicais e práticas artísticas os encontros oferecem um espaço de crescimento e formação de todos envolvidos. Ao documentar, discutir e criticar a história da humanidade, os participantes facilitam a apropriação acadêmica e popular das táticas tratadas, demonstrando a necessidade da valorização das histórias pessoais na construção de uma identidade coletiva que considera as relações com o lugar como elemento chave. Comprovando que através do convívio é possível, realmente, trocar conhecimento, os encontros visam fortalecer o elo entre grupos que traçam os rumos da cultura digital brasileira com prática e ações que se colocam na luta no combate contra a violência, o machismo, o preconceito, a discriminação, o patriarcalismo, estabelecendo regras de convívio com muitos dos quais participam de projetos governamentais como o Cultura Digital do Ministério da Cultura e o Casas Brasil, coordenado pelo Gabinete da Presidência Da República e Casa Civil.
A maioria dos debates presenciais visam a preparação da campanha Retome A Tecnologia/2010 , sob a forma de desconferências, giram em torno de expressões como: colaboração, autonomia, relação, quebra de hierarquias, cooptação externa de projetos produzidos coletivamente, sustentabilidade, auto-gestão, trocas, arte, cultura, intervenções públicas e midiáticas, softwares livres, acessibilidade a tecnologias, fendas digitais, propriedade intelectual, creative commons, copyleft, entre outros.
Esses termos inseridos em um ambiente que não os experimenta cotidianamente trazem à tona nuances e reações que fogem de qualquer plano, obrigando todos a fazerem recombinações. Como espaço de encontro tem a potencialidade de estabelecer relações presenciais para os que tomam parte como assinantes de lista de discussão e que não se conheciam pessoalmente. Mas também como momento para novas relações, com a população local e com aqueles que se deslocam para esses lugares em busca da produção coletivamente de conhecimento. Esses encontros legais de forma natural presenciais continuarão repercutindo em listas, nos textos, nas produções multimídia disponibilizadas colaborativamente no processo de pré-produção, durante o evento e posteriormente em encontros por suas reverberações. Uma vez em prática, Retome a tecnologia, funciona como dispositivo de abertura para fazer falar línguas diversas, um ambiente para perguntas, curiosidades, construção e desconstrução de fatos e conceitos. Uma convergência de pessoas que estão pensando, experimentando e se apropriando criticamente das tecnologias de mídia para transformação social
- Contexto
Nesta seção, deve-se descrever o contexto geral em que se situa o problema. Pode-se recorrer a dados estatísticos. Qual é o problema que se deseja abordar? Quais são as suas causas (antecedentes)? Qual é o contexto político, institucional, econômico, social e cultural? Por que é importante e necessário lidar com este problema?
(...)"A lei do gênero faz referência às tipificações(e/ou esteriotipações) que normatizam formas diferentes de subjetividade, conforme o sexo que se possua. É uma lei que organiza de um modo maniqueísta as condições existenciais de ambos os sexos, assim como regula os comportamentos socialmente requeridos para ser hetero e auto reconhecido como homem ou mulher. Uma lei que naturalizando as diferenças nega a produção social da subjetividade.
A lei do gênero, pouco tematizada com homens, determina - de um modo silencioso - atributos de masculinidade que asseguram para os machos de nossa espécie, lugares de domínio(sobre si mesmo, a natureza, e as mulheres e as crianças); valores(liberdade, sabedoria, justiça, coragem e ambição) e atributos(sangue-frio, racionalidade, serenidade, fortaleza, segurança - em si mesmo e frente ao mundo) e poderes(políticos e sobre os outros) e o ideal de masculinidade(políticos e sobre os outros), a auto satisfação irá aumentando a medida em que cada individuo se aproxime destes requisitos ideais. Altos preços sociais e psicológicos serão pagos pela inadequação.(...) Os homens não se perguntam o que é ser homem. Eles se perguntam(dando por descontada a resposta, pela lei da masculinidade) se são suficientemente homens.
(...) A identidade feminina não depende de nenhum excesso(muitos deles, inclusive são censurados). Não existe a preocupação por ser toda mulher. Elas se perguntam sobre o que é ser mulher. No lugar do excesso há um enigma. As mulheres não assumem nenhum ideal valorizado para elas mesmas. Não pretendem ajustar-se à nenhuma normativa. Principalmente porque as normas de feminilidade são estabelecidas pelos homens que se reservaram o Direito de julgá-las e reconhecê-las em sua condição feminina. Num certo sentido, a feminilidade, depende de sua normatividade posta em crise. O masculino que as determina(como inversão da lei da masculinidade) questionado. No fundo, um reconhecimento do devir mulher como única condição. Não há lei do gênero para a mulher, existem devires. No devir-mulher não existe nenhuma busca de essências, nenhum ajuste à uma normativa ideal. Existe a fragmentação, o rizoma.(...) "
Dito isso, acima, por Warat, o Retome a Tecnologia é uma campanha brasileira de ativismo, conscientização e apropriação das tecnologias de informacão e comunicação (tics) para o fim da violência contra as mulheres. A campanha acontece todos os anos durante os 16 dias de ativismo para o fim da violência contra as mulheres, do 25 de novembro ao 10 de dezembro, e é feita a base de trabalho colaborativo e coletivo, inspirado por idéias criativas!
No brasil a gente também destaca o dia da consciência negra, 20 de novembro, por ser uma data importante na luta das mulheres negras e de todas as pessoas que lutam por um mundo, enfim, sem racismo, sem intolerâncias, preconceitos e discriminações.como também destacamos o dia de luta ao combate à AIDS em 01 de dezembro e o dia internacional dos Direitos Humanos, 10 de dezembro.
Na definição da convenção de Belém do Pará (convenção interamericana para prevenir, punir e erradicar a violência contra a mulher, adotada pela OEA em 1994), a violência contra as mulheres é “qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública como na esfera privada” (fonte: portal da violência contra a mulher). alguns exemplos da violência contra as mulheres são violência doméstica, estupro e assédio sexual.
Nós enfrentamos também as violências simbólicas. são olhares, falas, gestos que atravessam e criam condições de possibilidade para nossos corpos e desejos. direcionam trânsitos e decidem, antes de nos darmos conta, o que devemos ou não aprender, experimentar, sonhar. Escolhem por nós - como nada inocentes filtros em buscadores - quais serão nossas habilidades, preferências e curiosidades.
O nosso acesso às tecnologias de informação e comunicação têm sido assim controlado, vigiado, diminuído, sufocado. Acreditamos que retomar esse espaço é uma das formas de luta pelo fim da violência contra as mulheres. queremos retomar para transformar, a inclusão não basta! Queremos existir por inteiro e re-inventar o uso das tics. subverter os culturalmente estabelecidos critérios de ordenação que insidiosamente perpassam nossas buscas cotidiana.
O retome, como é carinhosamente apelidado por aqui, foi inspirado pela campanha “take back the tech“, uma iniciativa colaborativa e internacional iniciada e coordenada pelo programa de apoio a redes de mulheres da associação para o progresso das comunicações (APC). o take back the tech começou em 2006 e já teve participação de individuos, grupos, redes e organizações em mais de 15 países da áfrica, ásia, américa latina, américa do norte e europa.
No brasil, participa(ra)m mulheres conectadas com diferentes grupos feministas como corpus crisis *(que acabou ou está em crise), g2g e wendo-sp. as nossas ações de campanha já incluíram discussões por email e sala de bate-papo; publicação de textos, fotos, capturas de tela e mais nos nossos blogs e sites; tradução das ações diárias do take back the tech para o português; oficinas tech, como na primeira edição brasileira do carnaval ecléctico tech (/etc-br); coleta de links sobre violência, tecnologias e mulheres; colagem de cartazes na rua; pesquisas, e mais…
Uma das características específicas da campanha no Brasil é o foco na apropriação e uso de tecnologias livres por mulheres.
Para 2009 estamos planejando, entre outras coisas>
… desenvolvimento de um logotipo para o retome no Brasil
…ações locais em Salvador [retomandoatecnologia.wikispaces.com]
… estudos e preparação de tutoriais sobre encoding e fontes de linguas indígenas [anexo.birosca.org]
… destaque para músicas feitas por mulheres contra a violência contra as mulheres
…mutirão de trabalho técnico nos nossos sites e blogs
…grupo de apoio tech e oficinas no nosso canal de IRC (chat)
…experimentações com microblog
…produção colaborativa de vídeo
…escrever um texto em solidariedade com a luta de hermanas nossas
… e muito mais… sinta-se à vontade para propor e fazer outras ações!
para mais informações sobre a campanha, mande um email para retomeatecnera ARROUBA lists PONTO riseup PONTO net ou deixe um comentário no nosso blog http://retomeatecnologia.info
Para ilustrar a dura realidade, em especial, das mulheres, jovens, Alguns dados publicados Mercado Ético sua plataforma global para sustentabilidade http://mercadoetico.terra.com.br/ :
17/10/2008 - 15:42:39
Um guia para entender a geração “pé no chão”
(…) o papel da igreja, o número de jovens que admitiram o uso de drogas, a questão da vaidade, a taxa de meninas que disseram não serem mais virgens e a porcentagem declarada de abortos também chamaram a atenção do diretor de pesquisas do Datafolha.
02/07/2009 - 15:28:24
Juventude brasileira enfrenta altos índices de desemprego
O mercado de trabalho para os jovens brasileiros é marcado por altos índices de informalidade e de desemprego, de acordo com estudo divulgado quarta-feira (1º/7) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). De acordo com o relatório Trabalho Decente e Juventude no Brasil, 67,5% dos jovens entre 15 e 24 anos estavam desempregados ou na informalidade em 2006.
Os dados - que têm como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) de 1992-2006 - apontam que o déficit era maior entre as mulheres jovens (70,1%) do que entre os homens jovens (65,6%). O índice também era mais acentuado entre jovens negros (74,7%) do que para jovens brancos (59,6%).
As jovens mulheres negras, portanto, viviam o que a OIT considera “situação de dupla discriminação” - de gênero e de raça. O desemprego e a informalidade alcançavam 77,9% das pessoas que pertenciam ao grupo.
os avanços na agenda de emprego para a juventude foram importantes, mas as desigualdades regionais, de gênero e de raça permanecem.
http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/juventude-brasileira-enfrenta-altos-indices-de-desemprego/
17/06/2009 - 16:34:36
Mulheres têm mais emprego, mas metade é informal
Nunca tantas mulheres participaram do mercado de trabalho na América Latina, mas elas têm de aceitar condições piores que os homens no emprego, diz relatório do PNUD em parceria com a OIT (Organização Internacional do Trabalho).
“A ausência de horários e lugares de trabalho fixos permite às mulheres assumir, em paralelo a um trabalho remunerado, a totalidade das responsabilidades familiares e as tarefas domésticas”, afirma o relatório. “As responsabilidades que levam as mulheres a se inserir na economia informal as levam também a um beco sem saída de empregos de má qualidade carentes de proteção social.”
Leis, como as do Brasil, que defendem que mães trabalhadoras têm direito a usar creches e a amamentar não alcançam a maior parte da população e muitas vezes são descumpridas, acrescenta.
http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/mulheres-tem-mais-emprego-mas-metade-e-informal/
20/07/2009 - 17:17:06
Emprego do tempo: uma questão de gênero?
O sociólogo espanhol Carlos Pietro(...) Nós, da sociologia do trabalho, acreditávamos saber o que era um trabalhador e o havíamos universalizado. Mas recém depois entendemos que esse trabalhador masculino existia porque havia uma figura feminina em um âmbito “extralaboral”. É preciso dizer que, pelo menos na Europa, durante quase um século e meio, o movimento operário não teve competência como ator social privilegiado da cena política. A questão do conflito era precisamente até que ponto se reformava a sociedade para integrar a classe operária e superar a ameaça da revolução proletária. A mulher, sem dúvida, estava presente, mas não era percebido como um problema. O que eu quero dizer com isso? Que, por exemplo, quando começa a se definir na Europa, no começo do século XX, o que é um trabalhador, o que fica definido nas leis que regulam o trabalho a partir de então, decide-se que o que será protegido é o trabalho realizado fora do lar. Inclusive os trabalhos de mercado que se fazem dentro do lar não são levados em conta.
A partir da sociologia, isso implica em começar a traçar diferenças, porque o desemprego não afeta por igual a todos os grupos sociais: o trabalho deve ser complexificado como relação social e já não só como atividade, e a visibilidade das lutas das mulheres afeta muito essa reconceitualização. Até os anos 70, o desemprego tinha uma definição keynesiana: quem busca trabalho e não o encontra. Mas quando a mulher começa a entrar na cena trabalhista massivamente percebe-se que a sua relação com a atividade e com a inatividade é muito mais flexível. O homem, pelo contrário, sempre está definido: ou está empregado ou está desempregado. E, “por definição”, o homem não é inativo. A mulher, historicamente, é percebida partindo da inatividade em termos econômicos, porque assim é considerada a atividade no lar. Por isso, suas posições são sempre mais ambíguas. E isso leva a que uma desempregada não seja exatamente o mesmo que um desempregado.
Acredito que seja assim porque são elas que têm capacidade de formular reivindicações qualitativas. Por exemplo, na questão do tempo. Esta antes era uma reivindicação androcêntrica: pedia-se sempre menos tempo de trabalho, concentrado nos mesmos dias da semana. Isto é, tentava-se conseguir trabalhar menos horas sem importar os turnos: se fosse possível baixar para 35 horas a semana laboral graças ao fato de reparti-la em turnos diversos, isso não era um problema, e ninguém colocava em questão. O que não era objeto de reivindicação era a questão de como o tempo de trabalho estava ordenado. São as mulheres que, como têm que compaginar o trabalho profissional com a vida pessoal e/ou familiar, propõem que não se poder levar em conta só a quantidade de horas, mas também o momento, sua própria ordem. Nesse sentido, as mulheres são a nova ponta de lança do movimento sindical. Entrevistei várias vezes a responsável das Comissões Operárias do sindicato dos bancos e foi ela que me disse: “Somos nós que propomos as questões mais novas com relação à qualidade das nossas preocupações, que apontam para uma igualdade concreta: por exemplo, como organizamos o tempo para que nos seja permitido viver”.
http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/emprego-do-tempo-uma-questao-de-genero/
- Organização Solicitante
Nesta seção, deve-se justificar a idoneidade da organização para a abordagem da problemática. Qual é a história da organização? Quais são as áreas temáticas da organização? A organização já trabalhou ou vem trabalhando com a problemática a que o projeto busca responder? Quais têm sido as lições aprendidas? Qual é a capacidade e a vantagem comparativa da organização em termos de experiências nessa área?
des).(centro caracteriza-se por um modo ético, e não moral, no qual se exclui todo juízo a priori ou sistema de julgamento fundado em referências ou reivindicações de qualquer espécie, que pretende atingir, ao invés de um princípio de organização, um plano imanente e emergente que encontre a própria unidade de composição das relações no acontecimento simultaneamente múltiplo e singular, cuja afirmação é expressão da própria potência que cresce sem centro.
Conectando iniciativas, abrindo possibilidades e constituindo-se como nó organizador de ações descentralizadas e colaborativas de produção cultural e transformação social, des).(centro pretende contribuir ativamente para o desenvolvimento conceitual e prático da mídia no brasil.
Formada por comunicólogos, sociólogos, juristas, cientistas da computação e artistas que se conheceram através de diversas ações e iniciativas em todo o brasil desde o ano de 2002, des).(centro é fundamentalmente uma associação de pessoas interessadas nas ferramentas tecnológicas, seus usos e apropriações.
o principal objetivo do des).(centro é juntar teoria e prática, pesquisa e desenvolvimento e a partir daí aproximar a tecnologia das pessoas através de projetos que busquem e trabalhem com a apropriação crítica dos meios de comunicação, acesso à tecnologia, convergência entre mídia, arte e técnica assim como viabilizar uma nova pedagogia que dê conta dos novos desafios de nossa época.
A experiência das pessoas que constituem o des).(centro consiste em trabalhos com produção de multimídia em software livre, desenvolvimento de metodologias para projetos de inclusão digital (cultura digital - minc, gesac - minicom, casas brasil - casa civil etc), de consultorias para sistemas de comunicação, de ambientes de publicação online, de programas, assim como publicações, pesquisas e material didático relacionados com as linhas de atuação. Essa experiência nos permite trabalhar em um amplo espectro de iniciativas como cooperações técnicas com ongs e governos, administração de servidores web livres, traduções e oficinas.
O nome descentro surgiu na primeira conferência Submidialogia em Campinas no ano de 2005 sugerido por Monica Narula do Sarai (Índia) frente as múltiplas movimentações de coletivos espalhados por todo o Brasil que culminaram na realização da conferência. Em Baependi, Minas Gerais ocorreu a primeira reunião interna cara-a-cara com a presença de Giuliano Djahjah, Tatiana Wells, Ricardo Ruiz, Felipe Fonseca, Alexandre Freire, Chico Caminatti e Paulo Lara. Em 2006 na segunda edição do Submidialogia em Recife se deu a primeira apresentação pública da associação que ainda não estava formalmente organizada mas que abriu-se em uma lista de discussão na Internet com a inscrição de aproximadamente 30 pessoas que trabalham com a apropriação crítica de mídias no brasil. Em 2007 foi estabelecida a sede e o estatuto da associação que seria então na cidade de goianinha, rio grande do norte, aprovada publicamente em uma ata de fundação em Minas Gerais, organizada por Tininha Llanos.
Junto com a proposta de projeto, a organização solicitante deverá anexar cópias dos seguintes documentos:
-Estatuto da organização
-Último relatório financeiro de auditoria
-Código de conduta da organização (se existe)
-Lista de projetos prévios e implementados com sucesso
- Estratégias de Trabalho
Nesta seção, deve-se descrever brevemente como a organização, por meio do projeto, tentará abordar a problemática. Quais serão as estratégias? As atividades serão realizadas em articulação com outras organizações ou redes de mulheres? Que metodologias de trabalho serão utilizadas? Quais ferramentas de trabalho serão usadas?
O ponto de partida do projeto é sempre o convívio, partilhar o dia-a-dia das comunidades e pessoas, impregnando-se pouco a pouco de suas histórias. O segundo passo é a realização de integrações multimídia - fotografia, vídeo e som - criando um momento de troca que busca inspirar processos criativos individuais e coletivos, assim como definir os temas a serem priorizados nas exposições a serem realizadas. O terceiro passo é a montagem das exposições, quando uma comunicação intensiva e integradora se realiza em vários sentidos. Ao transportar as vozes e as criações dos participantes para o espaço artístico, reinserimos as pessoas na malha social de onde elas estão muitas vezes isoladas. Ao recontar, muitas vezes num tom desprovido de emoção, sua experiência, ao enumerar suas perdas e esperanças, estas vozes buscam ecoar no espaço do sensível de cada um de seus interlocutores. E é esta troca de sensibilidades que aproxima o indivíduo e o coletivo. Público e Protagonistas confundem-se em um espaço que instiga a troca e a atenção, um espaço onde histórias pessoais conduzem para uma compreensão maior do fato social, sem distanciamentos, sem estereótipos. (público e protagonistas são estereótipos) Articulação de parecerias locais em cada uma das % edições. Para realizar os encontros nas cinco localidades propostas é necessário o estabelecimento de bases de apoio em cada localidade, além dos envolvidos na produção geral; A produção colaborativa, execução e documentação é uma prática corrente do grupo proponente que tem como desafio o modo como isto se apresenta em relação aos novos pares locais, porém isto se dá enquanto ação e mediação no próprio lugar, em processo. A realização de oficinas, interações, debates, convivências filosóficas, refeições, intervenções cotidianas, rituais de re-conhecimento, performances culinárias, apresentações circenses, instalações artísticas, são provocadores de:
1. práticas e pensamentos em relação às mídias digitais, a produção artística, cultura local e como tudo isso influencia no pensamento, conduta, comportamento frente à violência contra a mulher. Para tanto projeta-se a estadia de oficineiros, o convite a artistas, a presença de palestrantes, a circulação de pessoas e a interação com o lugar. Além das atividades que se dão pelo simples encontro. As práticas são orientadas tendo em vista a percepção das mudanças que operam no lugar e nas pessoas,;
2. a realização de debates constitui importante tática de estímulo à reflexão crítica, que pela diversidade do encontro estabelece parâmetros ampliados de comunicação. O resgate de relatos orais, a identificação de artistas locais, lideranças feministas e o incentivo de troca com estes a partir de suas produções pessoais, a observação da arquitetura e dos trânsitos humanos característicos de cada lugar são maneiras de fazer conhecidas as expressões culturais locais as e a criação de mecanismos de exposições dentro e fora das comunidades
Articulação com sociedades civis e habitantes das localidades de comunidades locais que se encontram em Maceió(Coco da Umbigada, RadioAminézia) em Belo Horizonte(Pontão de cultura UFMG, Grupo NUC/movimento negro, e Estilingue/grupo autônomo) e em Brasília(om Coturno de Vênus também integrante do AI5Digita)l, para realização dos encontros com descoferências preparatórios à campanha RETOME A TECNOLOGIA/2010 que se dará do 25 de novembro ao 10 de dezembro.
Neste sentido, os encontros se darão durante uma semana nos meses de: SETEMBRO/2009, MAIO/2010 AGOSTO/2010, fechando um total de 3(três) encontros ao longo de 12 meses.
- Objetivo
Nesta seção, devem-se explicitar os efeitos (mudanças) que se espera alcançar ao final do projeto. Tais efeitos devem ser formulados de maneira concreta e mensurável. Devem ser sustentáveis, realistas e factíveis de acordo com a capacidade da organização e o contexto em que se situa a problemática.
Se não entendermos a importância e o significado da mídia eletrônica nos dias de hoje, vamos passar a lutar de forma conservadora, exatamente como os operários que destruiam as "máquinas modernas" no século XIX.
Exatamente por ser uma ferramenta da atualidade, a internet, os computadores e a midia eletrônica são sim espaço privilegiado para travarmos a luta política e ideológica, o que por evidente pressupõe o princípio da não neutralidade da ciência. Não se trata de ver a "era digital" como uma superação da sociedade de classes, mas sim uma nova fase do capitalismo e da sociedade individualista e consumista.
Nos dias de hoje, sem saber lidar com um micro e internet, ninguém consegue emprego com carteira assinada, nem estágio, muito menos passar em algum concurso público. No máximo, serviços meramente braçais, e olhe lá. É falso este dilema livros x computadores. Mas uma coisa é certa: a internet aproxima as pessoas, do contrário não estaríamos agora travando esta conversa, e permite em tempo real o contato com o mundo, com informações, inclusive cultura e conhecimento. Pode ser usada para o "bem", ou para o "mal". Então, vamos adiante.
Os telecentros são espaços coletivos e comunitários, onde se pode além de ensinar e dar acesso ao povo que não tem condições de manter um micro em casa com conexão a rede mundial (como a maioria de nós). Nos telecentros pode-se trabalhar outros valores, que não apenas massificar o acesso das pessoas mais pobres ao uso destes instrumentos. Acho importante, desta forma, a iniciativa de quem quiser levar isso adiante, desde que não se repita o que vimos antes: o uso destes espaços mais para empoderar alguns, ou, o que é pior, a propaganda ser o principal objetivo, sem se preocupar em realmente acontecer as coisas. Um bom telecentro necessariamente terá conexões no mundo inteiro, prescinde de cartões de apresentação.
Esse
raciocínio de que primeiro o povo precisa comer, para depois aprender a
mexer em computador me parece um equívoco insuperável, pois o cara não
consegue emprego sem isso, e sem emprego vai passar fome. Cabe aos
homens e mulheres de boa vontade justamente marcar presença, para
mostrar que a ciência não é neutra, em todas as áreas, como o direito,
a saúde, etc, e também na informática. E nesta área temos a disputa do
mercado de software e a contraposição feita pelo "software livre", que
permite exatamente um acesso muito mais barato as novas tecologias e mais que a pessoa não
seja apenas um consumidor mas um construtor, não alienado, de sistemas,
que são construídos em parcerias, com compartilhamento solidário do
conhecimento.
Em alguns momentos, no últimos dias, no 10 Forum Interncional de Software Livre, aqui em Porto Alegre, onde alguns debates são muito interessantes, e onde uma juventude de de vanguarda trabalha questões como auto-organização, democracia, liberdade, igualdade, onde se vê também nerds que querem enriquecer. Ou seja, a rede mundial de computadores é um espaço onde pulsa a luta por um nova ordem social, onde também existe a luta de classes e a luta ideológica.
“Falar de gênero no Direito é uma postura que define um uso minoritário da linguagem para o conjunto das significações contigentes que os dois sexos assumem no contexto de uma dada sociedae. Também uma fissura nas relações de subordinação das mulheres, fissura destinada a provocar transformações no campo imaginário da masculinidade. Uma cartografia de dois devires conjugados. A compreensão da subordinação da mulher como fato cultural que provoca efeitos na subjetividade dos que as subordinam. A diferenta do feminismo, a questão do gênero não é um fato político mas uma questão vinculada à construção da subjetividade. A cosntrução da subjetividade normatizada posta em crise, a partir da subjetividade feminina, para os dois sexos.
Exemplo:
Ativistas, organizações e redes de mulheres jovens influenciam políticas públicas locais de combate à violência contra a mulher.
- Resultados/Atividades/indicadores
Nesta seção, devem-se descrever os resultados (mudanças) esperados, os indicadores para medir esses resultados e as atividades propostas de modo a alcançá-los. É imprescindível o preenchimento completo desta seção em consonância com a seção “H. Orçamento”.
(…) A prática do poder jurídico não suporta a Ideia da criatividade. A criatividade no Direito é sempre escondida em nome da segurança jurídica.
Para Simone de Beauvoir, a representação do mundo assim como o mundo, é tarefa dos homens; eles descrevem a partir de seu ponto de vista particular, que confundem com a verdade absoluta. Isto é, a ciência é uma categoria, como o gênero, socialmente construída, que se encontra afetada pela construção histórica do masculino e do feminino.
Uma construção epistemológica a partir do feminino implica ter em conta tanto o pessoal como o político, não como uma metáfora, mas como uma estratégia do entendimento, uma cartografia. Em outras palabras, tratar de entender como os critérios lógico-racionais que fazem confiável o saber cientifico são, também, alimentados por compromisos pessoais, sociais, políticos e emocionais.
Uma construção epistemológica a partir do femininp trata de compreender a condição humana em sua complexidade contraditória e histórica. Interroga o fazer dos humanos em suas realizações trágicas, desesperadas ou solidárias. Tentativa de uma busca de sentidos (que se dá Nome de verdades) que ajude a pensar uma realidade conflitiva, sem as remissões masculinas a uma essência última.
Construção de uma racionalidade a partir o femenino, não homogênea, mas heterogênea, protagonista, com uma variada gama de posibilidades de decisão e de construção da vida e das realidades que limitam os desejos. Uma racionalidade que permita construir um saber que acionado a vida torne-a possível para cada uma de nós e para o conjunto dos homens.
Não temos dúvida de que nos dias de hoje a discussão política precisa estar atualizada, não apenas no aspecto tecnólogico, mas também permitindo uma participação democrática de todos atores/atrizes sociais. A desconferência, neste sentido é radical e pode abrir uma nova forma de participação, em que todos são palestrantes. É claro que alguns têm mais o que dizer, dependendo não só da vontade, mas da experiência e do conhecimento.
Exemplo:
Resultado 1: Ativistas, organizações e redes de mulheres jovens têm o conhecimento e a capacidade para influenciar políticas públicas locais de combate à violência contra as mulheres.
Indicadores do Resultado 1:
Indicador 1.1.
Indicador 1.2.
Indicador 1.3.
Atividade 1.1: Estabelecer o perfil das jovens mulheres a que serão dirigidas os treinamentos;
Atividade 1.2: Selecionar as capitais nas quais serão feitos os treinamentos;
Atividade 1.3: Definir o conteúdo e a metodologia a serem implementados no treinamento;
Atividade 1.4: Elaborar um manual de treinamento;
Atividade 1.5: Selecionar as participantes dos treinamentos;
Atividade 1.6: Organizar os aspectos logísticos, administrativos e técnicos dos treinamentos;
Atividade 1.7: Desenvolver os treinamentos;
Atividade 1.8: Avaliar os treinamentos.
Resultado 2: …
Indicadores do Resultado 2:
Indicador 2.1.
Indicador 2.2.
Indicador 2.3.
Atividade 2.1: …
Atividade 2.2: …
- Monitoramento
Nesta seção, deve-se descrever a maneira como o projeto será monitorado:
Relatórios de atividades: As datas previstas para entrega de relatório parcial e final de atividades têm como referência a data de início do contrato e estarão estipuladas no contrato.
Em todo caso será necessária entrega de um relatório parcial quando pelo menos 70% do valor total do projeto tenha sido implementado.
O relatório final será entregue até 1 mês depois da conclusão do projeto, segundo o estipulado no contrato.
Outros relatórios poderão ser solicitados e combinados entre UNIFEM e a contraparte.
Relatórios financeiros: O relatório financeiro de progresso deve ser apresentado uma vez sejam executados 70% dos recursos do projeto, com o objetivo de solicitar o pagamento do segundo desembolso; o relatório financeiro final deve ser entregue com o relatório final de atividades.
Caso os relatórios financeiro e de atividades parciais não sejam entregues dentro dos prazos estabelecidos, o desembolso da segunda parcela será prejudicadoConsiste, basicamente, em acompanhar o andamento do projeto no dia-a-dia, verificar se o plano está sendo cumprido e se as metas estão sendo alcançadas, possibilitando a identificação de problemas e possibilitando solução
Esse projeto de aplicação no presencial do que já existe na web, por si só é flexível, rico em atividades intensivas em conhecimento e criatividade, o monitoramento norteará os processos atravessados por novas ideias, produtos, tecnologias, uso de ferramentas/instrumentos jurídicos, de modo que se concentrem nos resultados e ao mesmo tempo se mantenham permeáveis à inovação.
As pessoas convocadas para realização dos encontros legais de forma natural conhecem bem os processos a realizar e têm uma visão precisa dos resultados a alcançar. Este conhecimento é gerado no plano inicial - retome a tecnologia – e na conceituação em elaboração – promover no presencial a campanha retome a tecnologia pelo fim da violência contra a mulher. Isso inclui o conhecimento das pessoas e seus talentos.
Ponto de partida: setembro de 2009
Responsável:
1. Elenara Iabel - Porto Alegre
2. Ricardo Ruiz - vitoria conquista
3. José Balbino- salvador -
4. Tais Brito - salvador-
5. Tatiana Wells - natal
6. Cristina Lhanos - salvador-
7. Adriana Veloso - Belo Horizonte -
8. Fabiana Borges – DF -
9. Guilherme Soares – Curitiba -
10. Alexandre Freire - São Paulo -
11. Gisele - Belém -
12. Ricardo Brazileiro – Olinda -
13. Sergio Mello - Maceió
14. Lamartine – Piauí -
15. Perna – Belém -
16. Giuliano Djajah - Rio de Janeiro
17. Leila Lopes – DF -
18. Morgana Gomes - Vitoria Conquista
Abrangência:
Alagoas
Bahia
Minas Gerais
Pará
Piauí
Paraná
Rio de Janeiro
Rio Grande do Sul
São Paulo
Frequencia:
12 meses
Indicadores:
Coco da Umbigada/Maceió
RadioAminézia/Assentamento MST Sergipe
Pontão Cultura UFMG/Belo Horizonte
Estilingue/BH
Grupo NUC/BH
Coturno de Vênus/Brasilia
Meta:
Publicitar e promover, no plano presencial, os 16 dias de ativismo de combate à violência contra a mulher do Retome a tecnologia, através de Encontros Legais de Forma Natural pela defesa e promoção dos direitos humanos da mulher, bem como registrar e documentar na rede mundial de computadores todo processo desenvolvido.
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- Orçamento
Deve-se descrever o orçamento da maneira mais detalhada possível, levando-se em consideração os itens que o UNIFEM cobrirá e não cobrirá, descritos no anexo I. Quando for feita a prestação de contas (anexo II), devem-se apresentar os recibos daquilo que foi previsto no orçamento do projeto.
Solicitamos o valor de 20mil dólares para cobrir gastos com deslocamento para participação de pessoas essenciais para realização dos encontros.
Maceió, Belo Horizonte e Brasilia
Numero passageiros | Local de origem | Local de chegada | Data
| Preço | empresa |
1 | Poá | maceio | SETEMBRO | R$ 897,24 | gol |
5 | salvador | maceio | SETEMBRO | R$ 2.236,20 | gol |
1 | BH | maceio | SETEMBRO | R$ 717,24 | gol |
1 | CWB | maceio | SETEMBRO | R$797,24 | gol |
2 | BSB | maceio | SETEMBRO | R$2.154,48 | Gol |
1 | SP (GRU) | maceio | SETEMBRO | R$ 657,24 | GOL |
2 | BELEM | maceio | SETEMBRO | R$ 2.874,48 | GOL |
1 | RECIFE (OLINDA) | maceio | SETEMBRO | R$847,24 | GOL |
1 | TEREZINA | maceio | SETEMBRO | R$ 1.593,04 | GOL |
1 | RJ | maceio | SETEMBRO | R$1.274,48 | GOL |
1 | MACEIÓ | BSB | AGOSTO/2010 | R$1.694,48 | GOL |
5 | SALVADOR | BSB | AGOSTO/2010 | R$2.636,20 | GOL |
1 | BH | BSB | AGOSTO/2010 | R$437,24 | GOL |
1 | CWB | BSB | AGOSTO/2010 | R$557,24 | GOL |
1 | SP(GRU) | BSB | AGOSTO/2010 | R$467,24 | GOL |
2 | BELEM | BSB | AGOSTO/2010 | R$1.034,48 | GOL |
1 | RECIFE | BSB | AGOSTO/2010 | R$617,24 | GOL |
1 | TEREZINA | BSB | AGOSTO/2010 | R$583,04 | GOL |
1 | RJ | BSB | AGOSTO/2010 | R$427,24 | GOL |
2 | POA | BSB | AGOSTO/2010 | R$1.294,48 | GOL |
1 | MACEIÓ | BH | MAIO 2010 | R$717,24 | GOL |
5 | SALVADOR | BH | MAIO 2010 | R$2.286,20 | GOL |
1 | CWB | BH | MAIO 2010 | R$417,24 | GOL |
1 | SP(GRU) | BH | MAIO 2010 | R$397,24 | GOL |
2 | BELEM | BH | MAIO 2010 | R$2.994,48 | GOL |
1 | RECIFE | BH | MAIO 2010 | R$617,24 | GOL |
1 | TEREZINA | BH | MAIO 2010 | R$1.453,04 | GOL |
1 | RJ | BSB | MAIO 2010 | R$317,24 | GOL |
1 | POA | BH | MAIO 2010 | R$597,24 | GOL |
1 | DF | BH | MAIO 2010 | R$617,24 | GOL |
TOTAL | 24. 390,28 |
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Resultados | Detalhes dos Diferentes Gastos/Itens | Gasto em US$ | Taxa de Câmbio | Gastos em moeda local |
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Resultado 1: Ativistas, organizações e redes de mulheres jovens têm O conhecimento e a capacidade para influenciar políticas públicas locais de combate à violência contra as mulheres. | ||||
Passagens |
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Passagem Aérea de Myriam | 720,00 | 2,18 | 1.569,60 | |
Passagem Terrestre de Joana | 200,00 | 2,18 | 436,00 | |
Taxa de Embarque de Myriam | 16,00 | 2,18 | 34,88 | |
Taxa de Embarque de Joana | 16,00 | 2,18 | 34,88 | |
Subtotal |
| 952,00 |
| 2.075,36 |
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Inscrições |
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Subtotal |
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Hotel |
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Subtotal |
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Total Resultado 1 |
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Resultado 2: ... | ||||
Comunicação |
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Subtotal |
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Elaboração de Materiais |
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Subtotal |
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Total Resultado 2 |
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Total Geral |
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- Cronograma / Plano de Implementação
Resultado | Atividades | Cronograma (¨6 Meses) Adaptar à duração do projeto. | |||||
1.Encontro Legal de Forma Natural – MACEIÓ | Oficinas de desconstrução jde conceitos jurídicos; oficinas e produção de cordéis sobre a questão da mulher, suas vivências e histórias; rodução de conteúdo pras páginas virtuais; transmissao dos encontros via fm, e webradio, oficinas de brincar com radio, trabalhos que investigam as tátivas criativas da convivência em ambientes que se integram ao meio-ambiente de forma sustentável. Pesquisar as relações entre corpo, ação e registro; transitar pela dança, teatro e fotografia constituindo um campo híbrido de criação artística; Didática do Percurso – Performance – Projeto Corpomeiolíngua / Conexão Artes Visuais Dança; Oficinas de papietagem; oficinas de papel reciclado, Oficinas de animação com bonecos, Educação e implementação multimedia; Instrutação de Informática e Comunicação; construção de instrumentos e controladores para performances artísticas produzidos com técnicas artesanais de software e hardware livres; oficinas de culinária vegan e cozinha popular. | SET 2009 |
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2.Encontro Legal de Forma Natural – Belo Horizonte
| Oficinas de desconstrução jde conceitos jurídicos; oficinas e produção de cordéis sobre a questão da mulher, suas vivências e histórias; rodução de conteúdo pras páginas virtuais; transmissao dos encontros via fm, e webradio, oficinas de brincar com radio, trabalhos que investigam as tátivas criativas da convivência em ambientes que se integram ao meio-ambiente de forma sustentável. Pesquisar as relações entre corpo, ação e registro; transitar pela dança, teatro e fotografia constituindo um campo híbrido de criação artística; Didática do Percurso – Performance – Projeto Corpomeiolíngua / Conexão Artes Visuais Dança; Oficinas de papietagem; oficinas de papel reciclado, Oficinas de animação com bonecos, Educação e implementação multimedia; Instrutação de Informática e Comunicação; construção de instrumentos e controladores para performances artísticas produzidos com técnicas artesanais de software e hardware livres; oficinas de culinária vegan e cozinha popular. etcetc | Maio 2010 |
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X. …Encontro Legal de Forma Natural - Brasília | Oficinas de desconstrução jde conceitos jurídicos; oficinas e produção de cordéis sobre a questão da mulher, suas vivências e histórias; rodução de conteúdo pras páginas virtuais; transmissao dos encontros via fm, e webradio, oficinas de brincar com radio, trabalhos que investigam as tátivas criativas da convivência em ambientes que se integram ao meio-ambiente de forma sustentável. Pesquisar as relações entre corpo, ação e registro; transitar pela dança, teatro e fotografia constituindo um campo híbrido de criação artística; Didática do Percurso – Performance – Projeto Corpomeiolíngua / Conexão Artes Visuais Dança; Oficinas de papietagem; oficinas de papel reciclado, Oficinas de animação com bonecos, Educação e implementação multimedia; Instrutação de Informática e Comunicação; construção de instrumentos e controladores para performances artísticas produzidos com técnicas artesanais de software e hardware livres; oficinas de culinária vegan e cozinha popular. etcetc | Agosto 2010 |
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- Detalhes da Instituição solicitante
DETALHES INSTITUIÇÃO SOLICITANTE
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NOME DA INSTITUIÇÃO
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ENDEREÇO | Rua | rua do cajueiro, 3
| Complemento |
| Código Postal | cep 59178-000
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Número | 3 | ||||||
Cidade | Tibau do Sul | Bairro | Praia de pipa | País | brasil | ||
TELEFONE 1 (acrescente prefixo) | TELEFONE 2 | 5197147868 | |||||
FAX
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E-MAIL 1
| Alexandre Freire freire@gmail.com | E-MAIL 2 | Elenara Iabel eiabel.lelex@gmail.com | ||||
Página Web | |||||||
Pessoa responsável pela instituição (que assinará o contrato): | Alexandre Freire | ||||||
Posto da pessoa responsável pela instituição (Presidente, Diretora, Coordenadora, etc.): | Coordenador | ||||||
CNPJ | 09035595000195 | ||||||
DADOS BANCÁRIOS DA INSTITUIÇÃO | Nome do banco | Banco do Brasil | |||||
Nome da agência | Agência Heitor Penteado | ||||||
Número da agência | 3560-2 | ||||||
Endereço da Agência | Av. Heitor Penteado 1302. | ||||||
[1]Número da Conta | 20485-4 | ||||||
Nome do titular da conta (o titular tem que ser a organização que vai assinas o contrato, não pode ser em nome de pessoas físicas)
| Descentro - Nó emergente de ações colaborativas | ||||||
Caso a instituição solicitante não seja pessoa jurídica, favor informar os detalhes da instituição que receberá os fundos e, por sua vez, assinará o contrato.
DETALHES INSTITUIÇÃO SOLICITANTE
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NOME DA INSTITUIÇÃO
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ENDEREÇO | Rua |
| Complemento |
| Código Postal |
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Número |
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Cidade |
| Bairro |
| País |
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TELEFONE 1 (acrescente prefixo) |
| TELEFONE 2 |
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FAX
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E-MAIL 1
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| E-MAIL 2 |
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Página Web |
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Pessoa responsável pela instituição (que assinará o contrato): |
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Posto da pessoa responsável pela instituição (Presidente, Diretora, Coordenadora, etc.): |
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CNPJ |
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DADOS BANCÁRIOS DA INSTITUIÇÃO | Nome do banco |
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Nome da agência |
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Número da agência |
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Endereço da Agência |
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[2]Número da Conta |
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Nome do titular da conta (o titular tem que ser a organização que vai assinas o contrato, não pode ser em nome de pessoas físicas)
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Anexo I
- DE ACORDO COM AS ATIVIDADES DESCRITAS NO PROJETO, OS FUNDOS REPASSADOS PODEM COBRIR:
- Viagens: passagens e hospedagens diretamente vinculadas às atividades;
- Pesquisa: estudos de caso; trabalho de campo e análises de dados;
- Consultorias;
- Publicações: diagramação e impressão;
- Traduções;
- Seminários/ oficinas: organização, aluguel de espaço, alimentação vinculada ao evento, gravação e registro áudio-visual;
- Atividades de monitoramento;
- Correios;
- Fotocópias
- Pagamento de pessoal vinculado às atividades do projeto;
- Gastos operacionais: infra-estrutura da organização (aluguel, condomínio, contas de água, luz, telefone, reformas, adaptações das instalações etc.) Esse item só pode representar até o máximo de 10% do custo total do projeto;
Todas as despesas devem ser estrita e comprovadamente vinculadas às atividades previstas no apoio do UNIFEM.
- ITENS QUE O UNIFEM NÃO COBRIRÁ:
- Aquisição de equipamentos de escritório (por exemplo, mesas, sofás, estantes, etc.);
- Itens de decoração (por exemplo, arranjos florais);
- Compra de espaços em meios de comunicação (rádio, TV ou mídia escrita);
- Atividades culturais ou de entretenimento;
- Presentes e/ou souvenires;
- Alimentação não vinculada ao evento apoiado;
- Bebidas alcoólicas em qualquer circunstância;
- Celebrações e confraternizações;
- Impostos e taxas bancárias tais como: Imposto de Renda, CPMF, INSS, taxas de manutenção de conta, juros bancários, cobranças OIF, empréstimos de conta, tarifas de cheque, dentre outros;
- Pagamento de salário ou complementação de salário de funcionários ou servidores públicos (legislativo, executivo e judiciário).
Em casos excepcionais, pode-se apresentar
uma solicitação por escrito, justificando a necessidade da aprovação de
algum (ns) dos itens acima. Esta solicitação será analisada e sua
aprovação não é garantida. [1] O depósito será feito em reais. [2] O depósito será fetio em reais.
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